Ser professor é para poucos

Como usar o potencial criativo das crianças para formar olhares mais humanos


Na formação das crianças, é fundamental trilhar caminhos educacionais que reforcem a empatia, o respeito e a responsabilidade…

A infância é uma das fases em que somos mais autênticos. Neste momento da vida temos muita vontade de conhecer, investigar, experienciar, sejam novos sabores, cores… A criatividade e a imaginação são pulsantes — e, claro, a diversão acaba também participando desse processo. É por isso que as crianças usam as fantasias, os sonhos e conseguem manifestar de maneira muito criativa a forma como elas enxergam o mundo ao seu redor.

Graças a uma série de fatores, não existe uma fórmula pronta para educar crianças. É interessante para os/as adultos/as preocupados/as com o crescimento saudável dos/as pequenos/as saberem que uma educação direcionada pode ter um papel fundamental nesta fase em que eles/as estão se formando e se colocando no mundo. Por isso, é importante estimular esse potencial para formarmos pessoas que considerem aspectos como a diversidade, a equidade, o respeito, a empatia e que espalhem boas lições no mundo.

E de que maneira a escola pode ajudar nessa etapa? Existem algumas formas de alinhar essas práticas com o currículo da sua instituição.

  • Convívio pela empatia

Desde as primeiras percepções, as crianças demonstram a capacidade de perceber o outro e criar referências. Elas absorvem tudo — de coisas positivas até às ruins. Assim, o convívio acompanhado por iniciativas de educação que valorizem o aprimoramento das habilidades da criança é uma etapa importante para estimular ainda mais a autenticidade e promover um crescimento saudável e pleno.

Conhecer pessoas novas, com ideias, ações, personalidades diversas, vai despertar o olhar da criança para o mundo ao seu redor e promover a equidade e a diversidade. Elas poderão entender que as diversidades existem e não são problemas, fazendo com que isso se torne um aprendizado único e contribua com o processo de humanização dos múltiplos contextos em que elas podem estar inseridas. Com isso, professoras/es e responsáveis pelo processo de ensino-aprendizagem estarão trabalhando a empatia, fazendo a criança entender melhor o outro e sabendo se relacionar com todos e todas.

  • Respeito

Crianças que têm contato com o desenvolvimento de um olhar empático também podem se tornar adultos mais conscientes, com ações sociais coerentes, que reconhecem o melhor que cada pessoa pode oferecer. Assim, aprendem a ter respeito às diversidades, ao espaço, aos animais, aos mais velhos, por exemplo. Isso é ensinado quando elas têm contato com livros e histórias de outras culturas, brincando e compartilhando brinquedos com todos/as, em atividades em grupo, onde a participação ajuda no aprendizado de todo o coletivo, entre outros. A realização de atividades fundamentadas e com propósitos ajuda nessa etapa.

  • Resolução de problemas

É essencial que a escola, além de mediar o convívio, estimule a criança a resolver problemas, encontrando soluções e se fazendo propositiva. Ações baseadas na realidade dos pequenos/as ajudam a fazer com que eles/as tomem decisões com responsabilidade, tenham iniciativa e organização. Tratam-se de características importantes para o presente e o futuro deles/as, trazendo benefícios nos relacionamentos pessoais e interpessoais.

Essas são apenas algumas formas da escola potencializar o desenvolvimento intelectual e criativo das crianças, levando em consideração a necessidade de humanizar cada vez mais nossos os olhares.

E então, vamos juntes construir uma educação afetiva e diversa?






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